quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Renascendo todos os dias!

Hoje quero manifestar minha alegria de saber que, todos os dias, ao acordar, minha vida recomeça, posso acertar em minhas decisões, posso ser melhor comigo mesmo e com os outros, enfim, Deus permite que eu me reinvente agora para ter(mos) um futuro melhor, mais justo e fraterno, que é o que no fundo, mais interessa!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Esta é para os empresários...

Acho que a expressão que me ocorreu hoje é inédita, portanto, achei um objetivo para este espaço: escrever minhas (poucas) idéias para me lembrar e para ninguém falar depois que as roubei. Portanto, lá vai!
Estamos ouvindo falar tanto sobre políticas para a manutenção da taxa de emprego que eu, como empresário, me peguei pensando: "Pôxa, ainda bem que sou empresário, assim nunca mais serei um desempregado". Ledo engano, logo atinei, pior que isso, posso virar um "desempresário"! Mas não há de ser nada, conseguiremos com criatividade levar o Brasil à posição de destaque que merece, através da UNIÃO de toda a sociedade em prol de nosso desenvolvimento!

A empresa e o mercado do pós-crise, ou como aproveitar o momento para mudar o sistema e as relações capital-trabalho pela e para a sociedade

Apesar das declarações de líderes políticos e empresariais comemorando o momento brasileiro “favorável” neste momento de mudanças, especulando quanto ao desfecho desse cataclisma econômico, quando a maior parte dos analistas não sabe nem qual será o cardápio do próximo coffee-break, acredito que tiraríamos melhor proveito se, ao invés de conjecturarmos, concentrarmos nossos esforços em determinar nosso rumo, tentando sim entender o mundo que virá após a temida calmaria que se aproxima.
Estamos lutando para preservar corporações falidas, desprovidas de futuro, como montadoras que normalmente levam dez anos para maturar um projeto a um custo de bilhões de dólares mas que, para receber os recursos públicos que pleiteiam para manter suas pesadas estruturas, prometem alterar o mix e lançar produtos totalmente inovadores em um ou dois anos a frações dos custos habituais.
De nada adianta dar o crédito através de bancos que estão no vermelho (sorverão os recursos que não chegarão a quem precisa) e tampouco exigir que montadoras ociosas não demitam para receber subsídios, pois vai contra a lógica deles e do “mercado”.
A empresa que merece atenção é a que tem condições de crescer nestas condições e nas que estão por vir, portanto gastaríamos melhor o dinheiro se, ao invés de mantermos os empregos, estimulássemos as empresas a demitirem seus funcionários, pagando-lhes os direitos, estimular PDV’s e, definitivamente, reorganizarmos as relações de trabalho. A quem protegemos impedindo que engenheiros da GM utilizem parte de seus recursos rescisórios para formarem uma empresa que prestará serviços à GM, VW e outras empresas, dentro de suas competências? Estimular a terceirização é dar a carta de alforria aos profissionais que engordam as empresas, os bônus dos executivos, e que ficam com a ansiedade à flor da pele em momentos como o atual. Mandam-se os operários embora e mantém-se os diretores que causaram os problemas.
Essas empresas que se formarão terão o que de mais precioso as empresas possuem e desprezam, o capital intelectual. Deixem as máquinas e edifícios com os capitalistas antigos, e vendam o conhecimento que todos precisamos, em estruturas enxutas, com alto potencial de crescimento na prestação de serviços. Não haverá novas pontocom para alavancar as bolsas e as carteiras de especuladores, as empresas do novo milênio serão organizações que nascerão dessa necessidade de redução de custos das atuais grandes corporações, executando tarefas para que essas sobrevivam e estas cresçam, será assim o futuro! Invistamos, pois, nessa reorganização!